Arquivo mensal: outubro 2009

>O verdadeiro final das princesas

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Vocês já pararam para pensar no que acontece com as princesas dos contos de fadas após o famoso “e viveram feliz para sempre”? Não? Então conheça agora, através de imagens, o destino destas famosas personagens.
Bela (A Bela e a Fera)

Jasmine (Alladin)
Chapeuzinho Vermelho
A Bela Adormecida
Rapunzel
Branca de Neve
Cinderela
Ariel (A Pequena Sereia)
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>Café de los Maestros

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O projeto Café de los Maestros reúne os melhores músicos, compositores e intérpretes vivos do tango. São criadores de verdadeiros clássicos deste estilo, fundadores de escolas ou genuínos porta-vozes dos estilos das orquestras de Troilo, Pugliese, D´Arienzo e Di Sarli.
Tudo começou quando Miguel Kohan dirigiu o documentário “Café de los Maestros”, uma espécie de “Buena Vista Social Club” do tango. O filme foi produzido por Walter Salles e Gustavo Santaolalla.
Considerado o mentor do projeto, Santaolalla se credencia para tal empreitada após ganhar de dois Oscars de Trilha Sonora Original pelos filmes O Segredo de Brokeback Mountain e Babel, além de nove Latin Grammys e três Grammys. Santaolalla ainda lidera o grupo Bajofondo, que ajuda a reinventar o tango do século XXI.
Entre os grandes nomes reunidos no Café de los Maestros, podemos citar legítimos representantes das grandes escolas de tango, como Gabriel “Chula” Clausí, Ernesto Baffa, Osvaldo Montes, Miguel Angel Varvello e Leopoldo Federico (bandoneón); Alberto Podestá, Juan Carlos Godoy e Nina Miranda (vocais); Aníbal Arias (violão); Fernando Suarez Paz (violino); Horacio Cabarcos (contrabaixo); Osvaldo Requena e José “Pepe” Colángelo (piano).
Recentemente estiveram no país onde se apresentaram em São Paulo e Porto Alegre. Pude acompanhar uma de suas apresentações e afirmo que foi um prazer e uma honra tomar um café com os mestres.

>Frases antológicas: Vinícius de Moraes

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Vinicius de Moraes foi um diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro.
Poeta essencialmente lírico, notabilizou-se pelos seus sonetos. Sua obra é vasta, passando, além da literatura, pelo teatro, cinema e música. No campo musical teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell e Carlos Lyra.
Entre suas obras destacam-se:
Literatura – “O Encontro do Cotidiano”, “Pátria Minha”, “Antologia Poética”, “Para Viver um Grande Amor”, e “A Arca de Noé; Poemas Infantis”
Teatro – “Orfeu da Conceição” e “Procura-se uma Rosa”
Música – “Vinicius e Caymmi no Zum Zum”, “Os Afro-sambas” (com Baden Powell), “Toquinho e Vinicius”, “Vinicius + Bethânia + Toquinho – En La Fusa” , “Tom, Vinicius, Toquinho e Miúcha” e “A Arca de Noé” (com Toquinho).
Frases de Vinícius de Moraes:
“A gente não faz amigos, reconhece-os.”
“Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido.”
“Com as lágrimas do tempo e a cal do meu dia eu fiz o cimento da minha poesia.”
“Existem umas feias potáveis. Mas a maioria só serve mesmo para fazer sabão.”
“Nádegas é importantíssimo. Grave, porém, é o problema das saboneteiras. Uma mulher sem saboneteiras é como um rio sem pontes.”
“O uísque é o melhor amigo do homem. É o cachorro engarrafado.”
“A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida.”
“Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval.”
“Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!”
“Quem já passou por essa vida e não viveu, pode ser mais, mas sabe menos do que eu…
“Quem de dentro de si não sai, vai morrer sem amar ninguém…”
“Por mais longa que seja a caminhada o mais importante é dar o primeiro passO”
“O sofrimento é o intervalo entre duas felicidades.”
“E a coisa mais divina que há no mundo é viver cada segundo como nunca mais…”
“Não te quero ter porque em meu ser está tudo terminado. Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados.”
“De tudo ao meu amor serei atento. Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto, que mesmo em face do maior encanto, dele se encante mais meu pensamento.”
“Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer “baixo” seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.”
“(…) e de amar assim, muito amiúde, é que um dia, em teu corpo de repente, hei de morrer de amar mais do que pude.”
“(…) é como amar uma mulher só linda! A mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza!”
“Quem pagará o enterro e as flores se eu me morrer de amores?”
“As muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.”
“Não ando só! Só ando em boa companhia! Com meu violão, minha canção e a poesia!”

>O que é Performance Art?

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A Performance Art engloba várias formas de manifestação: pintura, escultura, música, dança, filmagem, poesia, diálogo, etc. As apresentações são fundamentadas no improviso e na relação com a arte conceitual. Sendo assim, a performance não deve ser confundida com teatro.
A inspiração da performance art tem origem no Dadaísmo e Futurismo, movimentos da década de 1920 que romperam com a noção de arte ligada somente à academia tradicional. Durante essa época houve uma busca para ampliar a participação do público nas manifestações artísticas. Mas o surgimento da performance ocorreu de fato na década de 60, nos Estados Unidos. “Ricas em metáfora e simbolismo, as primeiras perfomances acontecem como reação a uma década em que os traços de trauma do pós-guerra estavam sendo lentamente apagados pelo consumismo”.*Justificar
Na década de 70 os performers buscaram fazer conexões entre “arte e vida real, arte e psicologia, política e estética”. A partir da década de 80 houve a utilização de recursos tecnológicos durante as apresentações, aproveitando do surgimento das ferramentas high-tech. Já durante ao anos 90, os artistas basearam as apresentações em uma reflexão crítica dos elementos do cotidiano e para isso misturaram componentes de diferentes linguagens e sistema de valores.

* De: www.erikapalomino.com.br/

>Virada Russa

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O Centro Cultural de Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo traz ao Brasil apresenta a exposição “Virada Russa: A Vanguarda na Coleção do Museu Estatal Russo de São Petersburgo.”
Trata-se maior e mais significativa exposição já realizada no Brasil sobre o tema, com 123 peças que marcaram o movimento artístico e cultural ocorrido durante a primeira fase da Revolução Russa, entre as décadas 1890 e 1930.
As obras expressam a efervescência artística e cultural dos anos anteriores ao Outubro Vermelho, que seguiram várias vertentes como o Não-Objetivismo e, principalmente, o Suprematismo e o Construtivismo.
Estão presentes obras de nomes como Chagall, Malevitch, Kandinsky e Tatlin. Algumas das obras expostas são realmente impressionantes, mesmo para pessoas como eu que não são entendidos em arte.
A mostra já passou pelos CCBB de Brasília e Rio de Janeiro e fica em São Paulo até 15 de Novembro. A entrada é gratuita.
O Centro Cultural Banco do Brasil fica na Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo.

>7 Conto – A Comédia

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Poucos dias atrás pude acompanhar a reestréia de “7 Conto – A Comédia”, espetáculo teatral escrito e encenado por Luís Miranda e dirigido por sua colega de “Sob Nova Direção”, Ingrid Guimarães. O espetáculo, em sua primeira encenação, reuniu mais de 340 mil espectadores. Garanto que o sucesso não foi mero acaso.
A peça apresenta 7 personagens, todos encenados por Miranda. Confira cada um deles:
Caroline – Por ser uma criança negra, Caroline não consegue se identificar com os personagens das histórias infantis. Quer ser atriz e resolve pedir para Walt Disney inventar um personagem infantil e negro para ela.
Queixada – Guardador de carros que perdeu completamente o fio da meada. Vive bêbado e gosta de filosofar profundamente a respeito de variados assuntos.
Dona Editi – Apresentadora do programa Editi, Corte e Economize, transmitido diretamente da sala do barraco onde mora. Nele, a líder comunitária dá dicas de economia, política, culinária e ainda ensina como educar os filhos na favela.
Detona – Apresentador do programa Brasil Elite, Detona defende a classe mais privilegiada, que considera totalmente injustiçada. Expõe e tenta resolver problemas de milionários, enquanto anuncia produtos para magnatas.
MC Dollar – Cantor de rap muito rico, nada preocupado com seus brothers favelados, MC Dollar só veste grifes famosas e fala do preconceito que a elite sofre por parte dos desfavorecidos.
Dona Arminda – Octogenária desbocada,sofre diante da parafernália do mundo moderno, que só cria dificuldades para o idoso, como acesso aos caixas eletrônicos, à internet, enfim, à modernidade.
Sheila – Socialite das mais chiques e afetadas. Megalômana e deslumbrada, ela veste casaco fabricado com o “pêlo-rei de ovelhas albinas criadas no sul-nordeste da Croácia.”
Como pode-se perceber, há uma grande variação entre os personagens, variação esta perfeitamente explorada por Miranda que se desdobra e em momento algum deixa o público com a sensação de que já viu aquele personagem momentos antes. Mesmo as quatro personagens femininas são totalmente diferentes, até no tom de voz.
Miranda dá um show de interpretação. Os risos estão garantidos do início ao fim do espetáculo. Mesmo nos momentos em que se percebe forte crítica social o ator consegue arrancar risos da platéia. Alguns em certa medida constrangidos… Talvez identificados com algo que tenha sido dito…
A peça fica em cartaz no Teatro Cleyde Yáconis (Avenida do Cafe, 277 – Vila Guarani – São Paulo) até 29 de novembro.

>Disco da semana – Refazenda

>”Refazenda” (1975) – Gilberto Gil

Faixas:

1. “Ela”
2. “Tenho Sede”
3. “Refazenda”
4. “Pai e Mãe”
5. “Jeca Total”
6. “Esse é Pra Tocar no Rádio”
7. “Ê, povo, ê”
8. “Retiros Espirituais”
9. “O Rouxinol”
10. “Lamento Sertanejo”
11. “Meditação”

>Tirinha de Domingo – Papa Capim

>(clique na imagem para ampliar)

>The Rolling Stones Rock and Roll Circus

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Nos dias 11 e 12 de dezembro de 1968 os Rolling Stones reuniram em dois shows nomes como Eric Clapton, The Who, Jethro Tull e John Lennon. A idéia era realizar um show como se os músicos fossem atrações de um grande circo, o Rolling Stones Rock and Roll Circus. As performances foram devidamente registradas e seu lançamento como filme foi negociado com a BBC. Entretanto, após a realização do show os Stones não ficaram satisfeitos com as próprias apresentações e resolveram colocar o projeto na gaveta, onde ficou por quase 30 anos.
Em 1996, para a alegria dos fãs, a atuação durante muito tempo considerada perdida é lançada nos formatos VHS e DVD.
O trecho a seguir foi extraído deste DVD e apresenta os Stones em performance histórica de Sympathy for the Devil.

>Mataram o "I" da Pixar

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Veja o desfecho da história sobre a tradicional vinheta da Pixar onde aquela luminária esmaga o I…