Arquivo mensal: novembro 2009

>Disco da semana – Barão Vermelho Ao Vivo Rock in Rio 1985

>”Barão Vermelho Ao Vivo Rock in Rio 1985” (1992) – Barão Vermelho

Faixas:

1.”Maior Abandonado”
2.”Milagres”
3.”Subproduto Do Rock”
4.”Sem Vergonha”
5.”Narciso”
6.”Todo Amor Que Houver Nessa Vida”
7.”Baby, Suporte”
8.”Bete Balanço”
9.”Mal Nenhum”
10.”Down Em Mim”
11.”Por Que A Gente É Assim?”
12.”Um Dia Na Vida”
13.”Menina Minada”
14.”Pro Dia Nascer Feliz”

Gravado em 15 de janeiro de 1985, durante a apresentação do Barão Vermelho no festival Rock in Rio, o disco dessa semana é o registro de uma das melhores performances da banda em toda sua carreira.

Naquela tarde/noite o grupo dividiria as atenções com as demais atrações da noite: Eduardo Dusek, Kid Abelha (ambos vaiados) e os estrangeiros Scorpions e AC/DC. Mesmo sendo uma banda ainda nova, o Barão já possuía um bom repertório, suficiente para extrapolar todas as expectativas em torno de sua apresentação.

O palco gigante e a multidão não foram capazes de intimidar a banda e principalmente seu vocalista, Cazuza, no auge da forma. “Maior Abandonado” garante um início contagiante. As músicas seguintes conferem empolgação ao público que aumenta ainda mais aos primeiros acordes de “Bete Balanço”, um dos maiores sucessos do grupo.

“Por Que a Gente é Assim” é outro ponto forte de apresentação/disco. A essa altura o público já estava nas mãos de Cazuza e dos demais “barões”. Tudo perfeito para o final apoteótico. Naquele mesmo dia Tancredo Neves havia sido eleito Presidente da República, o que de certa maneira simbolizava o fim do regime ditatorial no país. Ao fechar o show com “Pro Dia Nascer Feliz”, o Barão dava voz ao desejo de milhões de brasileiros esperançosos de que dali para frente o país finalmente se transformaria.

Um show histórico que para nossa sorte, e deleite, foi devidamente registrado e convertido, primeiramente em LP e depois em CD.

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>Tirinha de Domingo – Garfield

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>For Those About to Rock We Salute You!

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Ontem a noite foi realizado no estádio do Morumbi em São Paulo o show da banda AC/DC, parte da turnê Black Ice, em única apresentação no país.

Após enfrentar 2 horas em trânsito lento, típico de São Paulo, me juntei a outras quase 65 mil pessoas para acompanhar esse show que se fosse pra ser resumido em uma palavra esta seria perfeito.

Uma cena me chamou a atenção pouco antes do show. Angus Young, o guitarrista, subiu ao palco e deu uma espiada no público. Fotografou a galera e saiu com cara de quem iria aprontar muito naquela noite. E realmente aprontou.

Tudo começou com o estádio ficando as escuras enquanto um telão exibia uma animação da banda a bordo de um trem. Ao final da animação ocorrem várias explosões no palco, o telão se abre e surge uma locomotiva de 6 toneladas. A banda aparece já tocando a primeira da noite: “Rock and Roll Train”.

O show seguiu com “Hell Ain’t a Bad Place to Be” e logo em seguida a clássica “Back in Black”. O público ainda se recuperava quando veio a sequência com “Big Jack”, “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, “Shot Down in Flames”, “Thunderstruck” e “Black Ice”.

Então a apresentação mudou de ritmo para se adequar ao blues “The Jack”, que terminou com o semi-striptease de Angus.

Em seguida as atenções foram voltadas para Brian Johnson que percorreu toda a passarela que o levava até o meio do público. Poucos perceberam mas neste mesmo momento surgia no palco um enorme sino. Era chegada a hora de “Hells Bells”. Johnson então correu e se dependurou na corda do sino, que baladou o suficiente para ecoar em todo o estádio.

O show prosseguiu com “Shoot to Thrill”, “War Machine” e “Dog Eat Dog”. Daí pra frente o que se viu foi o encaminhamento para o final do show em grande estilo.

“You Shook Me All Night Long” e “T.N.T.” preapararam terreno para “Whole Lotta Rosie”. Neste momento surge uma enorme boneca inflável sentada sobre a locomotiva localizada no palco. Detalhe, a boneca se movimentava no embalo da música. Na sequência os acordes de “Let There Be Rock” anunciam que o show chegava ao fim.

A banda saiu do palco após uma longa jam session de Angus que regeu o público através de sua guitarra. Tudo escuro novamente… Ninguém deixou seu lugar… Sabiam que ainda haveria mais, e houve. Um bis em grande estilo. Primeiro “Highway to Hell”, com direito a Angus com chifrinhos, e em seguida “For Those About to Rock”, acompanhada por disparos de 6 canhões que se dispuseram por todo o palco.

A banda agradece novamente deixando todos com a sensação de que fora tudo muito rápido. Bom sinal. Uma queima de fogos coloriu a noite no Morumbi. Era hora de voltar pra casa.

Ah, quem abriu o show foi o Nasi. Tocou Clash, Stooges, Raul Seixas, Plebe Rude… Se esforçou mas não surtiu muito efeito. Dispensável.

>Mil e uma utilidades

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Quando criança sempre quis ter um canivete. Era legal ter um canivete. Provavelmente não faria nada com aquilo, mas a idéia inicial era apenas ter um. Em meio a esse infantil desejo, mal podia imaginar a história por trás do mais famoso dos canivetes, o chamado “canivete suíço”.
Sabendo que o exército do seu país importava canivetes da Alemanha, Karl Elsener, um verdadeiro empreendedor, vislumbrou a oportunidade de faturar.

De olho no nicho de mercado, Elsener abriu uma fábrica em 1884. Para nomear seu produto optou por Victorinox, em homenagem a seus pais, Victor e Victoria. Resolveu também criar uma identidade visual própria. Assim surgiu o famoso canivete vermelho com a bandeira da Suíça. Em 1891 o exército Suíço já utilizava apenas os canivetes produzidos por Elsener.

Como já dissemos, Elsener era um empreendedor, e como bom empreendedor resolveu ampliar seu público alvo. Por que só o exército? Canivetes deveriam poder ser úteis a todos. E a partir desta idéia o industrial começou a adaptar instrumentos ao seu produto. Assim surgiram os modelos com abridor de latas, chave de fendas, saca-rolhas, serrote, alicate, abridor de garrafas, lente de aumento e até bússola. Hoje, a linha tem 100 diferentes combinações.

>Frases antológicas: William Shakespeare

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William Shakespeare foi um poeta e dramaturgo inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo.
Entre suas obras destacam-se “Sonho de uma Noite de Verão”. “O Mercador de Veneza”, “A Comédia dos Erros”, “Muito Barulho por Nada”, “A Megera Domada”, “Romeu e Julieta”, “Macbeth”, “Rei Lear”, “Otelo”, “Hamlet” e “Ricardo III”.

Frases:

“Dê a todas pessoas seus ouvidos, mas a poucas a sua voz.”

“É melhor ter um epitáfio ruim do que a maledicência durante a vida.”

“Sem ser provada, a paciência dura”.

“É lícito aspirar ao que não se pode alcançar”.

“Entre dois beijos abrimos mão de reinos e províncias”.

“Os amigos me adulam e me fazem de asno, mas meus inimigos me dizem abertamente que o sou, de forma que com os inimigos aprendo a me conhecer e com os amigos me sinto prejudicado”.

“Nada me deixa tão feliz quanto ter um coração que não se esquece de seus amigos”.

“Chorar velhos amigos que perdemos não é tão proveitoso e saudável como nos alegrarmos pelas novas aquisições de amigos”.

“Devemos aceitar o que é impossível deixar de acontecer”.

“Se os maridos das esposas infiéis desesperassem, enforcar-se-ia a décima parte da humanidade”.

“O amor não vê com os olhos, vê com a mente; por isso é alado, é cego e tão potente”.

“Se não te lembram as menores tolices que o amor te levou a fazer, é que jamais amaste”.

“Nisto é que consiste a monstruosidade do amor: em ser infinita a vontade e limitada a execução; em serem ilimitados os desejos, e o ato, escravo do limite”.

“Os motivos do amor não têm motivo”.

“Sinto a fúria de suas palavras, mas não entendo nada do que você diz.”

“Nascidos, choramos por nos vermos neste imenso palco de tolos.”

“Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.”

>Let There be Rock! – AC/DC no Brasil

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Acontece amanhã (27/09) o aguardado show da banda australiana AC/DC em terras brasileiras. Apresentação única, concorridíssima, com ingressos disputados até o fim e outros tantos “leiloados” por cambistas malditos em sites de relacionamento na internet.

Fora todos os problemas com a venda de ingressos, o que se promete para o estádio do Morumbi em São Paulo é uma performance histórica de uma das mais queridas bandas de rock do planeta. Brian Johnson, Angus e Malcolm Young, Phil Rudd e Cliff Williams desfilarão clássicos como Highway to Hell, Back in Black, For Those About to Rock, bem como novidades do último cd, Black Ice. Um show daqueles pra guardar na memória e daqui há quinze anos ainda dizer: “eu fui!”.

Um pouco de AC/DC pra esquentar os motores.

ACDC = Rock em alta voltagem.

>The Muppets: Bohemian Rhapsody

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Uma paródia do famoso videoclipe do Queen, estrelado pelos Muppets, é o mais novo hit da web. No ar a apenas dois dias, o vídeo já contabilizou mais de um milhão de visitas no youtube e entrou para o trending topics do twitter. Por uma questão lógica, na versão dos bonecos de pano, foram retirados os trechos em que Freddie Mercury confessa um assassinato. A solução para essa ausência foi bem sacada e também hilária.


A melhor homenagem que Freddie Mercury poderia ter recebido!

>Para jogar e para decorar

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O design inconfundível das mesas de sinuca aos poucos vem recebendo uma nouva roupagem. A Elite Game Room, por exemplo, desenhou uma mesa de jantar que é só abrir o tampo e, voilà, eis que surge o tapetinho verde. Você janta e depois joga uma partida.

Mas a criatividade não para aí. Já existem mesas transparentes, com acessórios automobilísticos, com o tampo impresso e com sensor de movimento.


*foto mesa tuning por festerblog

>Cenas do cotidiano…

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Você é daqueles que gosta de passear com cães enormes e com cara de poucos amigos simplesmente para impor moral?
Pois fique sabendo que andar com pitbull, doberman e rottweiller pra tirar onda é coisa do passado…

O negócio agora é ter uma hiena!

Na segunda foto percebe-se que além de hienas o pessoal “passeia” com macacos…
Acho que nem me surpreenderia se alguém aparecesse com uma girafa na coleira…

É praticamente viver no Simba Safari…

>18 anos sem Freddie Mercury

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A exatos 18 anos morria Freddie Mercury, vocalista do Queen e um dos maiores cantores que o rock já teve.
Mercury morreu de AIDS em 24 de novembro de 1991, aos 45 anos de idade, justamente um dia após anunciar publicamente que era portador do vírus HIV.

Autor de muitos dos sucessos do Queen como Bohemian Rhapsody, Love of My Life e We Are the Champions, Mercury destacava-se também como intérprete, condição garantida por sua grande técnica vocal e por sua inimitável presença de palco e domínio do público.

Melhor do que falar é ouvir. Fiquemos com “The Show Must Go On“, do álbum “Innuendo“, lançado em 1991 pouco antes da morte de Mercury.