Arquivo mensal: março 2010

>Tatuagens rock

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Algumas pessoas escolhem a tatuagem como forma de homenagear sua banda preferida, gravando no corpo algum desenho que faça referência ao artista. As logos são uma opção comum. O rosto dos artistas também aparece com frequência. Alguns optam por reproduzir a capa de um determinado disco. Vejam agora alguns exemplos de tatuagens inspiradas por bandas de rock.

O mascote do Iron Maiden “saindo” da perna.

Grande reprodução do Ozzy Osbourne
Homenagem ao Led Zepellin
Capa de famoso álbum dos Smiths
A clássica logo dos Ramones reproduzida com grande competência.
Se você achou interessantes as tatuagens e gostaria de ver outras acesse o ótimo Whiplash e veja uma imensa galeria dividida em 5 partes: parte 1parte 2parte 3parte 4parte 5
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>MP3, MP5, MP10? Entende melhor essa história

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Vocês já devem ter se deparado com aparelhos eletrônicos vendidos aos montes por aí e que trazem em seu nome a sigla MP. Tudo começou com o MP3. Depois veio o MP4, MP5… Hoje já se fala até em MP12! Mas como surgiu tudo isso? E mais, é correto falar em MP5, 6, 7….?
MP3 – OuMPEG-1/2 Audio Layer 3 foi um dos primeiros tipos de compressão de áudio com perdas quase imperceptíveis ao ouvido humano. A sua taxa de compressão reduz o tamanho do arquivo em cerca de 90%.O método de compressão com perdas empregado na compressão do MP3 consiste em retirar do áudio tudo aquilo que o ouvido humano normalmente não conseguiria perceber, devido a fenômenos de mascaramento de sons e de limitações da audição humana. Em suma, trata-se de um arquivo de áudio compactado. Acontece que os aparelhos que reproduzem tais arquivos ficaram conhecidos também pela alcunha de MP3 (inicialmente falava-se em MP3 Player). Geralmente eles possuem, ainda, rádio e gravador de voz.

MP4 – Surgiu como um “sucessor” do MP3 Player. Além de reproduzir músicas em MP3, Wma e tocar rádio, também reproduz vídeos.
MP5 – Além de tocar músicas e reproduzir vídeos, possui também câmera digital e jogos.
MP6 – Some a tudo o que vimos acima a função de telefone celular.
MP7 – Se o MP6 era também telefone, o MP7 possui TV digital.

A partir do MP8 os fabricantes começaram a aumentar a numeração, sem um padrão do que seria cada um. O que difere um do outro agora é o zoom, o flash, a resolução da câmera, o sistema utilizado e outras coisinhas. Mas tudo isso não passa de um grande equívoco, ou jogada de marketing.
Tais aparelhos ficaram conhecidos como MPX, onde X pode ser qualquer numeração acima de 3. Essa designação fajuta só é aplicada no Brasil e no Paraguai. Paraguai?! Por que será, hein?
Na verdade Mp4 refere-se especificamente a MPEG-4 Part 14. Um padrão de áudio e vídeo que é parte da especificação MPEG-4. MP5 é uma submetralhadora fabricada pela empresa alemã Heckler & Koch desde a década de 1960, padrão das principais unidades de operações especiais do mundo como SWAT e BOPE. O MP6 foi um microprocessador projetado pela Rise Technology para competir com a linha Pentium da Intel… Nada haver com os tais aparelhinhos eletrônicos…

>Disco da semana – Reformulação

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Pouco tempo atrás realizamos uma reformulação no post “disco da semana”. Além de informações como data de gravação e faixas do disco passamos a incluir um breve comentário sobre o todo e/ou as partes bem como um vídeo com pequenos trechos das canções para servir de ilustração.
A idéia era que esse vídeo fosse um pequeno “aperitivo” da obra em questão podendo influenciar na aquisição ou não do disco pelos leitores.
Entretanto esses vídeos são carregados no youtube que por sua vez fez um acordo com uma série de gravadoras para evitar a violação de direitos autorais.
Pois bem, alguns dos vídeos que criamos foram atingidos por tal acordo sendo deles retirado o áudio por completo. Sendo assim não faz sentido continuar com tal idéia sem saber se o vídeo (que dá um certo trabalho pra fazer) será corrompido ou não.
Em nenhum momento incentivamos a pirataria tanto que não publicamos links para os discos aqui expostos. Mas se assim querem que seja, assim será. O post continuará com a diferença de que não haverão mais os vídeos.

>Tirinha de Domingo – Recruta Zero

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>O perigo da história única

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O vídeo abaixo é um discurso da escritora nigeriana Chimamanda Adichie que conta a história de como descobriu a sua voz cultural – e adverte que se ouvirmos apenas uma história sobre outra pessoa ou país, arriscamos um desentendimento crítico. Em outras palavras nos alerta para o que chama de perigo da história única. O vídeo é um pouco extenso mas vale muito a pena assistir.
A tradução foi feita com base no português de Portugal, por isso algumas palavras podem nos parecer estranhas.

>Anão, jumento e dois canos fumegantes

>Assistam ao vídeo e tentem reconhecer os personagens envolvidos…

Não entendeu? Então clique aqui, aqui e aqui.

>Ao vivo é assim mesmo!

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Transmissão ao vivo está sempre sujeita a alguma interferência externa…

Jornal Nacional de 23/03/2010:

SPTV de 25/03/2010:

Esse careca deve odiar o César Tralli! rsrs.

>Noite do Griot – Casa África

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Ontem tive uma bela surpresa ao participar do projeto “Noite do Griot“, da Casa África aqui em BH. O convidado da noite era Carlinhos Brown. O que foi noticiado é que o evento seria uma apresentação acústica gratuita do músico baiano. Acontece que não foi bem isso, ou melhor, não foi só isso.
A Noite do Griot é realizada mensalmente pelo Centro Cultural Casa África. Um espetáculo intimista em que músicos das cenas local e nacional se mostram informalmente, contando histórias e dialogando com a platéia. Na tradição africana, o griot é aquele responsável pela manutenção da tradição oral dos povos. Um contador de histórias em torno do qual as pessoas se reúnem para aprenderem sobre si e sobre o mundo.

Desde então, inúmeros “griots” já passaram pelo palco da oralidade: Maurício Tizumba, Ricardo Aleixo, Gil Amâncio, Kiko Klaus, Marina Machado, Dóris Santos, Makely Ka, Sérgio Pererê, Babilak Bah, Waldemar Euzébio, Pereira da Viola, Doris, Mamour Ba, Titane, Mestres de Capoeira Angola, Sérgio Pererê, Carlos Moore, Fabiana Cozza, Chico César e Nei Lopes. Ontem foi a vez de Carlinhos Brown.

Contando histórias desde sua infância como “guia cultural” de cegos até seus projetos sócio-culturais como a Timbalada, Brown estabeleceu um clima bastante interessante no teatro. O público se viu cativado por aqueles relatos, intercalados por canções que de alguma forma também contavam histórias. Muito bacana.
O próximo “griot” será outro Brown, so que ao invés de Carlinhos quem contará suas histórias será o Mano, dos Racionais MC’s. Promessa de mais uma jornada interessante.
Com sede em Belo Horizonte, o Centro Cultural Casa África (CCCA) surgiu em setembro de 2003, idealizado pelo senegalês Ibrahima Gaye. A missão do CCCA é promover, divulgar e difundir a cultura africana e afro-brasileira em todas as suas formas e manifestações. Para tanto, são desenvolvidas atividades sócio-culturais e educacionais, junto à comunidade, como palestras, exposições, espetáculos, seminários e outros projetos que buscam a construção de culturas coletivas. O resultado dessas ações desvenda, invariavelmente, a contribuição dos povos africanos na construção de uma identidade cultural brasileira.
O centro cultural está aberto para visitação em horário comercial. Para mais informações acesse o link.

>Frases antológicas – Chico Xavier

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Francisco Cândido Xavier, nascido como Francisco de Paula Cândido e mais conhecido popularmente por Chico Xavier, notabilizou-se como médium e célebre divulgador do Espiritismo no Brasil.
Frases de Chico Xavier:
“O Cristo não pediu muita coisa, não exigiu que as pessoas escalassem o Everest ou fizessem grandes sacrifícios. Ele só pediu que nos amássemos uns aos outros.”

“Se eu fosse esperar melhores condições espirituais para servir, até o presente momento eu não teria começado.”

“Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento: Não julgar, definitivamente não julgar a quem quer que seja.”

“Em qualquer lugar, em qualquer circunstância, do jeito que estivermos, por fora e por dentro de nós mesmos, Jesus nos aceitará na condição de seus cooperadores na obra do Evangelho.”

“Lágrima não substitui suor; pelo menos, em mim nunca substituiu… Quando acabo de chorar, estou na mesma situação.”

“O choro que vive na preguiça, esquece do trabalho, não é mais choro, é perturbação.”

“Quando demonstramos boa vontade, aceitação, os Benfeitores da Vida Maior nos auxiliam a descobrir o caminho…”

“Não me sinto insubstituível… Não passo de grama que cresce no chão; quando a grama morre, nasce outra no lugar…”

“O espírito que adquirir a virtude do perdão não achará dificuldade em mais nada. Haja o que houver, aconteça o que acontecer, ele saberá administrar sua vida…”

“Em matéria de reformas, os benfeitores espirituais me ensinam que não devo esquecer primeiramente as que se referem à melhoria de mim mesmo.”

“Lição e aplicação ou teoria e prática precisam uma da outra, entretanto, acreditamos que, se estamos em grande necessidade ou em grande sofrimento, mais valem socorro possível ou o remédio providencial que uma longa série de ensinamentos sobre a caridade, ou sobre a ciência de curar, sem a possível ação imediata que os realize.”

“O trabalhador fiel ao bem não dispõe nem de intenção, nem de tempo para assaltar o nome e o serviço dos outros.”

“Quando cada um de nós transformar-se em livro atuante e vivo de lições para quantos nos observam o exemplo, as fronteiras da interpretação religiosa cederão lugar à nova era de fraternidade e paz que estamos esperando.”

“Precisamos desalojar o ódio, a inveja, o ciúme, a discórdia de nós mesmos, para que possamos chegar a uma solução em matéria de paz, de modo a sentirmos que os tempos são chegados para a felicidade humana.”

“Na ignorância não conseguiríamos, como não conseguiremos, enxergar o caminho real que Deus traçou a cada um de nós na Terra. Todos nós, sejamos crianças ou jovens, adultos ou já muitíssimo maduros, devemos estudar sempre.”

“Ainda sabendo que a morte vem de Deus, quando nós não a provocarmos, não podemos, por enquanto, na Terra receber a morte com alegria porque ninguém recebe um adeus com felicidade, mas podemos receber a separação com fé em Deus, entendendo que um dia nos reencontraremos todos numa vida maior e essa esperança deve aquecer-nos o coração.”

“Os nossos guias espirituais traduzem a nossa insatisfação, no mundo inteiro, como sendo a ausência de Jesus Cristo em nossos corações.”

>A origem dos símbolos religiosos

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Por acaso vocês sabem a razão do cristianismo adotar a cruz como símbolo? Ok, não é tão difícil imaginar. Mas e a estrela de Davi como símbolo do judaísmo? Ou a lua crescente com a estrela, símbolos do islamismo? Pois bem, este post apresentará a origem de alguns conhecidos símbolos religiosos.

CRUZ (Cristianismo)
Símbolos semelhantes já apareciam em culturas pagãs, antes de Cristo. Ela só foi adotada pelos cristãos quando o imperador romano Constantino aboliu as condenações na cruz, no início do século 4. Além de representar a morte de Cristo, a cruz simboliza Deus, Jesus e o Espírito Santo, nas pontas superior, inferior e laterais, respectivamente

ESTRELA DE DAVI (Judaísmo)

Duas pirâmides – uma apontando para cima e outra invertida – representam a união ou equilíbrio entre o céu e a terra. Diz-se que Davi, importante rei de Israel, mandava gravar o símbolo nos escudos de seu exército como amuleto de proteção. A partir daí, a estrela de Davi passou a ser identificada com o povo israelita

LUA CRESCENTE COM ESTRELA (Islamismo)
Estudiosos supõem que, mesmo antes do islamismo, árabes nômades cultuavam a Lua por viajarem à noite. Quando o símbolo foi adotado na bandeira do islâmico império turco-otomano, passou a ser identificado com os muçulmanos. Mesmo assim, muitos fiéis negam a utilização de qualquer símbolo para representar a fé islâmica

OM (Hinduísmo)

É a forma escrita, em sânscrito, do principal mantra hindu. Os mantras são palavras, poemas ou textos entoados durante a meditação para auxiliar na concentração e invocar divindades. Vários textos dos Vedas – as escrituras sagradas hinduístas – começam com Om – pronuncia-se Aum – e significa “aquilo que protege”

SUÁSTICA (Jainismo)
Este símbolo – que também aparece no hinduísmo e no budismo – seria um desenho com quatro letras gregas gama (G), representando os quatro ventos, os quatro pontos cardeais, as quatro estações e outros conceitos da natureza relacionados ao número quatro. Mais tarde, o nazismo inclinou o símbolo e popularizou a suástica com um significado negativo

DHARMACAKRA (Budismo)
Embora muitos não considerem o budismo como religião, a filosofia também carrega sua marca. O círculo de onde partem oito raios é conhecido como Roda do Dharma. Por sua vez, dharma são os ensinamentos de Buda para que se alcance a iluminação, entre eles o Nobre Caminho Óctuplo, com oito vias que levam ao fim do sofrimento

YIN-YANG (Taoísmo)
Estudando as sombras projetadas pelo movimento do Sol, os chineses montaram um tipo de infográfico indicando a duração de dias e de noites ao longo do ano. Esse equilíbrio, fundamental para a agricultura, passou a representar a importância dos opostos e a presença de um dentro do outro – bolinha preta na parte branca, e vice-versa
Estas informações foram retiradas do site da ótima revista Mundo Estranho, onde você pode encontrar mais algumas informações sobre o assunto aqui abordado.