Arquivo mensal: junho 2010

>A palavra é: Hipnose

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A grande maioria das pessoas tem uma idéia muito clara do que significa o termo hipnose. Entretanto poucos conhecem a origem deste termo hipnose que vem da mitologia grega.
Na Grécia, Hipnos era o deus do sono, que era o pai de Morfeu, o deus dos sonhos. Seu nome foi usado para designar aquele estado de sonolência que está associado à hipnose.
Não por acaso, os medicamentos que induzem o sono são também denominados de hipnóticos. O nome de seu filho, por sua vez, está presente no radical de morfina.

>Atenção, menina, ouça aqui o seu horóscopo!

>Pegue seu par e preste atenção no recado.

Dançando e rodando!

>Disco da semana – Is This It

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“Is This It” (2001) – The Strokes

Faixas:

1.”Is This It”
2.”The Modern Age”
3.”Soma”
4.”Barely Legal”
5.”Someday”
6.”Alone, Together”
7.”Last Nite”
8.”Hard to Explain”
9.”New York City Cops”
10.”Trying Your Luck”
11.”Take It or Leave It”
“Is This It” é o álbum de estréia do grupo The Strokes, formado por Julian Casablancas (vocais), Nikolai Fraiture (baixo), Albert Hammond, Jr. (guitarra), Fabrizio Moretti (bateria) e Nick Valensi (guitarra).
Quando surgiu o álbum foi superestimado por muitos, como aconteceu a tantos outros ao longo da história. Fato é que realmente trata-se de um bom disco, simples e direto, sem muita produção e incremento e, em certa medida, até sujo e displicente.
A primeira faixa, que dá nome ao disco, não mostra muito do que virá a seguir. O disco realmente começa na faixa 2, “The Modern Age” e segue em uma crescente nas faixas seguintes “Soma”, “Barely Legal” e “Someday”.
A faixa 6, “Alone, Together”, quebra um pouco do ritmo adquirido até então não se mostrando tão interessante quanto as anteriores, tampouco quanto a faixa seguinte, grande hit do álbum, “Last Nite”.
“Hard to Explain” e “New York City Cops” poderiam ser seguidas de “Take It or Leave It” e assim encerrar o disco, excluindo a pouco promissora “Trying Your Luck”.
“Is This It” não mudou o rock, mas influenciou a maneira como algumas bandas passaram a encarar seu próprio som.

>O futuro mora aí

>Preste bastante atenção na figura abaixo.
Agora pense: o que tem dentro?

Uma casa! Aham, uma casa. O projeto é do designer Andrew Kline e contém quarto, banheiro, cozinha e armário. O compartimento é feito com nove módulos que abrem e fecham. Depois de recolhidos, deixam o espaço ao redor livre e além disso são muito fáceis de transportar. Imagine que você pode levar a sua casa para qualquer lugar porque ela não vai ocupar espaço quase nenhum.
A intenção por trás dessa unidade de morar é interessante: ser uma forma de moradia alternativa que ocupe espaços urbanos abandonados, por exemplo as zonas industriais de Detroit. Seriam solucionados dois problemas de uma só vez, a falta de moradia e o destino dado à áreas subaproveitadas.

Bom ver iniciativas como essa que tentam criativamente oferecer moradia a todos.

Do ótimo Dezeen.

>Tirinha de Domingo – Menino Maluquinho

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>Educação musical

>A versão norte-americana do Vila Sésamo não tem só o Elmo como atração principal. Os musicais apresentados no programa trazem cantores altamente gabaritados. Dentre eles estão:

Diana Krall:

Norah Jones:

E Andrea Bocelli. O vídeo mais cuti-cuti de todos!

As crianças estão sendo bem educadas!

>Vou te adicionar no orkut meu!

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Fuguetão Baiano! O som que não bate. Espanca! O hit do momento em algum canto do Brasil…

>Frases antológicas – Jack Sparrow

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Seguindo em parte a sugestão do nosso leitor Pedro, apresentamos mais um personagem da ficção no post frases antológicas.
Desta vez teremos Jack Sparrow, aliás Capitão Jack Sparrow, é um pirata fictício e personagem principal dos filmes de Piratas do Caribe, sendo eles: Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (2003), Piratas do Caribe: O Baú da morte (2006) e Piratas do Caribe 3: No Fim do Mundo (2007). O personagem é interpretado pelo ator Johnny Depp.
Frases:
“Mas porquê acabar com o rum?!”

“Um navio não é velas, casco, etc, isso é o que um navio precisa. O que um navio é, o que um navio realmente é : é liberdade.”
“Vocês ainda vão se lembrar desse dia em que quase capturaram o capitão Jack Sparrow.”

“A ilha de Tortuga só pode ser achada por aqueles que sabem onde ela fica!”

“Tesouro não é só ouro e prata.”

“Ela está bem como eu prometi, você vai morrer por ela como você prometeu e ela vai casar com o comodoro como ela promete. Somos todos homens de palavra, exceto Elizabeth que é de fato uma mulher”

“Isso não é um sonho. Se fosse haveria rum!”

“Sou desonesto. Pode-se confiar que um homem desonesto será desonesto. Honestamente são dos honestos que prescisam tomar cuidado pois nunca se sabe quando farão algo incrivelmente estúpido”

“Sem sobreviventes? Então que conta as histórias?”

“Crueldade é uma questão de perspectiva”

“Se alguém ficar para trás, deixe-o para trás.”

“Agora, tragam-me o horizonte.”

“Pra que lutar se podemos negociar….”

“O mundo é o mesmo, com menos razões pra se viver”

“Pegue o que puder! Sem nada a devolver!”

Na verdade eu me sinto muito bem com tudo isso… acho que chegamos há algum lugar hipoteticamente, espiritualmente… Gramaticalmente”

“Será que ninguém veio me buscar por que sentiu saudades?”

“Só há uma regra que devemos nos importar: O que um homem pode fazer, e o que ele não pode…”

“Só existem 2 motivos para alguém se preocupar com você: ou ela te ama muito, ou você tem algo que ela queira muito.” (Dica da leitora Leandra Pianco)

>Corrente pra frente!

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>Nome ou marca?

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Diariamente utilizamos produtos que identificamos por um nome simples, conhecido por todos. É assim com o Bom Bril, Cotonete, Gillette… Acontece que todos estes nomes na verdade são marcas que de tão difundidas acabaram se tornando sinônimos do produto.
Vamos ver alguns casos semelhantes, a começar pelos três citados acima:
Bom Bril – Nada mais é do que a chamada esponja de aço. Mas quase ninguém chama assim. O comum é falar Bom Bril, mesmo que seja da Assolan!
Cotonete – “Cotonete” é uma marca criada pela Johnson & Johnson. O nome correto é haste flexível. Situação semelhante a do Bom Bril… Ninguém pede uma haste flexível.
Gillette – Lâmina de barbear criada pelo americano King Camp Gillette. Daí o nome.

Maizena – Essa eu já havia ouvido falar, mas não me lembrava… Até em programas de culinária é comum ouvirmos a cozinheira citar Maizena e não amido de milho. Maizena é uma marca do grupo Unilever.Xerox – Nome de uma empresa que produz, entre outras coisas, as famosas máquinas de foto-cópia.
Modess – Mais uma marca da Johnson & Johnson que em muitos casos se tornou sinônimo do produto, o absorvente higiênico.
Band-Aid – A Johnson & Johnson deve ter uma divisão bem remunerada pra criar esses nomes-marcas. Band-Aid é mais um, sinônimo de curativo adesivo.
Miojo – Assim como o Bom Bril, é comum ouvirmos alguém pedir o Miojo da marca tal, sendo que Miojo é a marca de macarrão instantâneo da Nissin.
Jipe – Nem todo carro off-road pode ser chamado de Jipe, pois trata-se de uma marca e não tipo de carro. Bem, isso na teoria…
Chiclets – A marca da Adams para o verdadeiro nome do produto “Goma de Mascar”. Mais um caso de marca que virou sinônimo. NINGUÉM compra goma de mascar! Ninguém!
Agora os quatro “casos” que mais me surpreenderam:

Catupiry – Podia jurar que catupiry era um tipo de requeijão! Nada disso! É uma marca!
Fórmica – Apesar de não saber ao certo o que é fórmica, sempre achei que se tratasse de algo como azulejo, apenas um tipo de material. Ledo engano. Fórmica é uma marca criada pela empresa Formiline para seu laminado plástico para revestimentos.
Tênis – Esse é um caso peculiar. Tênis era uma marca que pertencia a empresa “São Paulo Alpargatas”. Entretanto esta perdeu o direito à proteção, ou seja, todas as marcas agora podem divulgar “tênis”.
Isopor – O responsável direto por este post. Ao ouvir de uma amiga que isopor era marca, veio o interesse pelo assunto. Na verdade o material que conhecemos como isopor é poliestireno expandido. “Isopor” é uma marca da empresa Basf!