Arquivo mensal: agosto 2010

>Telefonia móvel no Brasil

>Em algum lugar do Brasil…

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>Disco da semana – Surrealistic Pillow

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“Surrealistic Pillow” (1967) – Jefferson Airplane


Faixas:
1.”She Has Funny Cars”
2.”Somebody to Love”
3.”My Best Friend”
4.”Today”
5.”Comin’ Back to Me”
6.”3/5 of a Mile in 10 Seconds”
7.”D.C.B.A. -25″
8.”How Do You Feel”
9.”Embryonic Journey”
10.”White Rabbit”
11.”Plastic Fantastic Lover”
Em 1967 a banda Jefferson Airplane era formada por Marty Balin (vocais e guitarra), Grace Slick (vocais, piano, orgão), Paul Kantner (guitarra), Jorma Kaukonen (guitarra), Jack Casady (baixo), Spencer Dryden (bateria).
“Surrealistic Pillow” é o segundo album da banda de São Francisco, carregado da psicodelia que caracterizou parte da produção artística do final dos anos 60, início dos 70. Difícil destacar canções nesse álbum. Talvez as de maior sucesso como single, “Somebody to Love”, com vocais de grande força de Grace Slick, e “White Rabbit”, também com vocais de Slick, mas que chama a atenção pela letra que remete à Alice no País das Maravilhas.
O álbum é uma pequena mostra da contracultura tão viva e pungente na costa oeste dos Estados Unidos na década de 60, de onde brotariam várias outras grandes bandas.

>Tirinha de Domingo – Garfield

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>The Jolly Boys – Rehab

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The Jolly Boys é uma banda jamaicana, formada ainda na década de 50, que se dedica ao som típico do país conhecido como mento. Neste vídeo podemos ver a versão que eles fizeram para Rehab, sucesso de Amy Winehouse. Sabe que ficou bem legal?!

>Frases antológicas: Frank Zappa

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Frank Vincent Zappa foi um dos músicos e compositores mais profícuos do século XX. A sua obra musical estende-se desde o rock até à música clássica, passando pelo jazz e música de fusão. Foi também um exímio guitarrista. Para além da obra musical, realizou filmes e escreveu diversos livros.
Em 1964, em Los Angeles, fundou o grupo, Mothers of Invention. Nos seus espectáculos, combinava música experimental improvisada onde estavam sempre presentes as suas comédias surrealistas e sátiras anárquicas, com adereços especiais e improvisações dramáticas. Entre os músicos que ele lançou estão nomes como Jean-Luc Ponty, Steve Vai, Bob Martin e muitos outros.
Frases:
“A mente é como um pára-quedas. Só funciona se abri-lo.”

“A emoção de um músico é a coisa mais importante, é o que sobrepõe ao acorde. Se deixar isto de fora, a música não vai lhe tocar.”

“Droga não é o mal. A droga é um composto químico. O problema começa quando pessoas tomam drogas como se fosse uma licença para poderem agir como babacas.”

“Sem um desvio do normal, progresso é impossível.”

“Sem música para decorar, tempo é só a monotonia de prazos de entregas e contas à pagar.”

“Conduzir uma orquestra é abanar as mãos ou um pedaço de pau, criando desenhos no ar, onde são interpretados como mensagens musicais por gente de fraque, que preferiria estar pescando.”

“Política é o departamento de entretenimento da indústria.”

“Se você quer trepar, vá à faculdade. Mas se você quer aprender alguma coisa, vá à biblioteca.”

“Se você acabar com uma vida tediosa e miserável porque você ouviu seus país, seus professores, seu padre ou alguma pessoa na televisão, dizendo para você como conduzir a sua vida, então a culpa é só sua e você merece.”

“Meu conselho para quem quer ter uma criança sadia e feliz é mantê-la o mais longe possível de uma igreja. Crianças são ingênuas e confiam em todo mundo. Escola já é ruim mas se levá-la para a igreja, então está querendo mesmo problemas.”

“A maioria das pessoas não reconheceria uma música boa se ela viesse e as mordesse na bunda.”

“Estupidez até pode ter um certo charme. Ignorância não.”

“Alguns cientistas acreditam que hidrogênio, por ser tão abundante, é o elemento básico do universo. Eu questiono este pensamento. Existe mais estupidez do que hidrogênio. Estupidez é o elemento básico do universo.”

“Existe mais canções de amor do que qualquer outro tipo. Se canções influenciassem as pessoas, amaríamos uns aos outros.”

“Existem vários guitarristas muito bons por aí, mas posso lhe garantir que sou o único fazendo as coisas que faço. Isto porque não me apresento como um estrela. Vou lá pra tocar composições.”

“A parte mais feia do seu corpo é sua mente.”

“Minha música é como um cinema para os ouvidos.”

“Pessoas consomem produtos via respiratória para poderem diminuir seu nível intelectual e assim poderem se sentir parte da turma. Afinal, ninguém gosta de andar com quem é mais inteligente do que você. Isto não é divertido.”

“Há uma grande diferença entre se ajoelhar e ficar de quatro.”

>Brasil Tipo Exportação! – Parte 7

>Magalenha foi parar na Jamaica:

Agora ouça a versão original, composta por Ségio Mendes:

>Wayne Levin

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O californiano Wayne Levin ganhou sua primeira câmera aos 12 anos como um presente de anivervesário. Hoje, aos 65 anos, é um fotógrafo com um vasto currículo: inúmeras exposições, publicações e prêmios. Seu trabalho é majoritariamente em preto e branco e sua ligação com o mar está presente em todas as fotografias.
O site de Wayne é um portfolio recheado com a sua bela arte . Vale muito a pena ser visitado: www.waynelevinimages.com



>Disco da semana – Riding With the King

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“Riding With the King” (2000) – B.B. King e Eric Clapton


Faixas:
1.”Riding with the King”
2.”Ten Long Years”
3.”Key to the Highway”
4.”Marry You”
5.”Three O’Clock Blues”
6.”Help the Poor”
7.”I Wanna Be”
8.”Worried Life Blues”
9.”Days of Old”
10.”When My Heart Beats Like a Hammer”
11.”Hold On, I’m Comin'”
12.”Come Rain or Come Shine”
Da parceria de B.B. King com Eric Clapton só poderia resultar algo tão bom quanto “Riding With the King”, de 2000. Um típico álbum de blues, com canções do repertório do próprio King, como Three O’Clock Blues”, “Days of Old”, e “Help the Poor”, e outras pérolas pinçadas do repertório de artistas como Big Bill Broonzy e Isaac Hayes.
Difícil destacar canções em um álbum que mantem o ótimo nível do início ao fim. Talvez o single do álbum, a homônima “Riding With the King”. Ali já é possível perceber o prazer de Clapton e King na realização deste trabalho.
Um álbum que quando chega ao fim pede para ser ouvido novamente.

>Tirinha de Domingo – Malvados

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>Uma grande solução

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O Japão é um país densamente povoado, são mais de 127 milhões de habitantes para uma área de 378 mil Km². Uma das implicações desse fenômeno é a falta de espaço que as pessoas enfrentam: as residências são muito pequenas e por conta disso a qualidade da moradia pode não ser o que normalmente se espera de um lar. Mas esses obstáculos impõem desafios que são possíveis de serem transpostos a exemplo do ótimo projeto do arquiteto Shintaro Fujiwara que foi construído em Osaka.
Conforme é possível verificar na foto ao lado, o desafio de Fujiwara foi erguer um imóvel em um terreno com dimensões muito pequenas. Na verdade, um pedaço de terra espremido entre duas casas. Porém, magistralmente a solução foi encontrada: pé-direito com 5,6 metros de altura, o intervalo entre os pavimentos é vazado, fachada de vidro (para evitar a falta de privacidade foi plantada uma árvore que crescerá e propiciará maior resguado da intimidade dos moradores). Abaixo, mais fotos do projeto:


Do Dezeen