Arquivo mensal: setembro 2010

>Frases antológicas: Alexander Dumas

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Dumas Davy de la Pailleterie, ou Alexandre Dumas, foi um romancista francês. Entre suas principais obras destacam-se “O Conde de Monte Cristo”, “Os Três Mosqueteiros”, “O Homem Com a Máscara de Ferro” e “A Rainha Margot”.
Frases:
“A cadeia do casamento é tão pesada, que são precisos dois para carregá-la – e às vezes três”.

“O orgulho de quem não pode construir é destruir.”

“São as mulheres que nos inspiram para as grandes coisas que elas próprias nos impedem de realizar”.

“Toda generalização é perigosa, inclusive esta.”

“Todos por um, um para todos.”

“A felicidade faz bem até mesmo aos maus.”

“É necessária a desgraça para provocar certas minas misteriosas ocultas na inteligência humana; é precisa a pressão para fazer estourar a pólvora.”

“As feridas morais tem a particularidade de que se escondem, mas não se fecham; sempre dolorosas, sempre prontas a sangrar quando são tocadas, ficam vivas e abertas no coração.”

“Há situações que os homens apreciam com seu instinto, mas que não podem comentar com sua inteligência.”

“Os seres queridos que perdemos não repousam debaixo da terra, mas o levamos no coração.”

“Para todos os males, há dois remédios: o tempo e o silêncio.”

“A sabedoria humana termina por inteira nestas palavras: Confiar e esperar!”

“O mundo é um salão do qual é preciso sair cortês e honrosamente, ou seja, saudando e pagando as dívidas do jogo.”

“Nos negócios não existem amigos, apenas clientes.”

“Este é um dos orgulhos da nossa funesta humanidade: cada homem julga-se mais infeliz que outro infeliz que chora e geme ao seu lado.”

“Em política, meu caro, sabe tão bem quanto eu, não existem homens, mas idéias; não existem sentimentos, mas interesses; em política, ninguém mata um homem: suprime-se um obstáculo. ponto final.”

“Por vezes é penoso cumprir o dever, mas nunca é tão penoso como não cumpri-lo”.

“Suprimir a distância é aumentar a duração do tempo. A partir de agora, não viveremos mais; viveremos apenas mais depressa”.
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>Por que o sapo não lava o pé?

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O sapo não lava o pé… Não lava porque não quer…
Essa antiga sentença traz em si um grande problema. Será que o sapo não lava o pé apenas porque não quer? O que diriam grandes pensadores sobre esta desafiadora questão?
Karl Marx: A lavagem do pé, enquanto atividade vital do anfíbio, encontra-se profundamente alterada no panorama capitalista. O sapo, obviamente um proletário, tendo que vender sua força de trabalho para um sistema de produção baseado na detenção da propriedade privada pelas classes dominantes, gasta em atividade produtiva alienada o tempo que deveria ter para si próprio. Em conseqüência, a miséria domina os campos, e o sapo não tem acesso à própria lagoa, que em tempos imemoriais fazia parte do sistema comum de produção.
Friedrich Engels: isso mesmo.
Michael Foucault: Em primeiro lugar, creio que deveríamos começar a análise do poder a partir de suas extremidades menos visíveis, a partir dos discursos médicos de saúde, por exemplo. Por que deveria o sapo lavar o pé? Se analisarmos os hábitos higiênicos e sanitários da Europa no século XII, veremos que os sapos possuíam uma menor preocupação em relação à higiene do pé – bem como de outras áreas do corpo. Somente com a preocupação burguesa em relação às disciplinas – domesticação do corpo do indivíduo, sem a qual o sistema capitalista jamais seria possível – é que surge a preocupação com a lavagem do pé. Portanto, temos o discurso da lavagem do pé como sinal sintomático da sociedade disciplinar.
Max Weber: A conduta do sapo só poderá ser compreendida em termos de ação social racional orientada por valores. A crescente racionalização e o desencantamento do mundo provocaram, no pensamento ocidental, uma preocupação excessiva na orientação racional com relação a fins. Eis que, portanto, parece absurdo à maior parte das pessoas o sapo não lavar o pé. Entretanto, é fundamental que seja compreendido que, se o sapo não lava o pé, é porque tal atitude encontra-se perfeitamente coerente com seu sistema valorativo – a vida na lagoa.
Friedrich Nietzsche: Um espírito astucioso e camuflado, um gosto anfíbio pela dissimulação – herança de povos mediterrâneos, certamente – uma incisividade de espírito ainda não encontrada nas mais ermas redondezas de quaisquer lagoas do mundo dito civilizado. Um animal que, livrando-se de qualquer metafísica, e que, aprimorando seu instinto de realidade, com a dolcezza audaciosa já perdida pelo europeu moderno, nega o ato supremo, o ato cuja negação configura a mais nítida – e difícil – fronteira entre o Sapo e aquele que está por vir, o Além- do-Sapo: a lavagem do pé.
John Locke: Em primeiro lugar, faz-se mister refutar a tese de Filmer sobre a lavagem bíblica dos pés. Se fosse assim, eu próprio seria obrigado a lavar meus pés na lagoa, o que, sustento, não é o caso. Cada súdito contrata com o Soberano para proteger sua propriedade, e entendo contido nesse ideal o conceito de liberdade. Se o sapo não quer lavar o pé, o Soberano não pode obrigá-lo, tampouco recriminá-lo pelo chulé. E ainda afirmo: caso o Soberano queira, incorrendo em erro, obrigá-lo, o sapo possuirá legítimo direito de resistência contra esta reconhecida injustiça e opressão.
Immanuel Kant: O sapo age moralmente, pois, ao deixar de lavar seu pé, nada faz além de agir segundo sua lei moral universal apriorística, que prescreve atitudes consoantes com o que o sujeito cognoscente possa querer que se torne uma ação universal.
Sigmund Freud: Um superego exacerbado pode ser a causa da falta de higiene do sapo. Quando analisava o caso de Dora, há vinte anos, pude perceber alguns dos traços deste problema. De fato, em meus numerosos estudos posteriores, pude constatar que a aversão pela limpeza, do mesmo modo que a obsessão por ela, podem constituir-se num desejo de autopunição. A causa disso encontra-se, sem dúvida, na construção do superego a partir das figuras perdidas dos pais, que antes representavam a fonte de todo conteúdo moral do girino.
Carl Jung: O mito do sapo do deserto,

presente no imaginário semita, vem a calhar para a compreensão do fenômeno. O inconsciente coletivo do sapo, em outras épocas desenvolvido, guardou em sua composição mais íntima a idéia da seca, da privação, da necessidade. Por isso, mesmo quando colocado frente a uma lagoa, em época de abundância, o sapo não lava o pé.
George Hegel: podemos observar na lavagem do pé a manifestação da Dialética. Observando a História, constatamos uma evolução gradativa da ignorância absoluta do sapo – em relação à higiene – para uma preocupação maior em relação a esta. Ao longo da evolução do Espírito da História, vemos os sapos se aproximando cada vez mais das lagoas, cada vez mais comprando esponjas e sabões. O que falta agora é, tão somente, lavar o pé, coisa que, quando concluída, representará o fim da História e o ápice do progresso.
Auguste Comte: O sapo deve lavar o pé, posto que a higiene é imprescindível. A lavagem do pé deve ser submetida a procedimentos científicos universal e atemporalmente válidos. Só assim poder-se-á obter um conhecimento verdadeiro a respeito.
Arthur Schopenhauer: O sapo cujo pé vejo lavar é nada mais que uma representação, um fenômeno, oriundo da ilusão fundamental que é o meu princípio de razão, parte componente do principio individuationis, a que a sabedoria vedanta chamou “véu de Maya”. A Vontade, que o velho e grande filósofo de Königsberg chamou de Coisa-em si, e que Platão localizava no mundo das idéias, essa força cega que está por trás de qualquer fenômeno, jamais poderá ser capturada por nós, seres individuados, através do princípio da razão, conforme já demonstrado por mim em uma série de trabalhos, entre os quais o que considero o maior livro de filosofia já escrito no passado, no presente e no futuro: “O mundo como vontade e representação”.
Aristóteles. O [sapo] lava de acordo com sua natureza! Se imitasse, estaria fazendo arte . Como [a arte] é digna somente do homem, é forçoso reconhecer que o sapo lava segundo sua natureza de sapo, passando da potência ao ato. O sapo que não lava o pé é o ser que não consegue realizar [essa] transição da potência ao ato.

Platão:
– Górgias: Por Zeus, Sócrates, os sapos não lavam os seus pés porque não gostam da água!
– Sócrates: Pensemos um pouco, ó Górgias. Tu assumiste, quando há pouco dialogava com Filebo, que o sapo é um ser vivo, correto?
– Górgias: Sou forçado a admitir que sim.
– Sócrates: Pois bem, e se o sapo é um ser vivo, deve forçosamente fazer parte de uma categoria determinada de seres vivos, posto que estes dividem-se em categorias segundo seu modo de vida e sua forma corporal; os cavalos são diferentes das hidras e estas dos falcões, e assim por diante, correto?
– Górgias: Sim, tu estás novamente correto.
– Sócrates: A característica dos sapos é a de ser habitante da água e da terra, pois é isso que os antigos queriam dizer quando afirmaram que este animal era anfíbio, como, aliás, Homero e Hesíodo já nos atestam. Tu pensas que seria possível um sapo viver somente no deserto, tendo ele necessidade de duas vidas por natureza,ó Górgias?
– Górgias: Jamais ouvi qualquer notícia a respeito.
Sócrates: Pois isto se dá porque os sapos vivem nas lagoas, nos lagos e nas poças, vistos que são animais, pertencem e uma categoria, e esta categoria é dada segundo a característica dos sapos serem anfíbios.
– Górgias: É verdade.
– Sócrates: precisando da lagoa, ó Górgias meu caro, tu achas que seria o sapo insano o suficiente para não gostar de água?
– Górgias: não, não, não, mil vezes não, Ó Sócrates!
– Sócrates: Então somos forçados a concluir que o sapo não lava o pé por outro motivo, que não a repulsa à água
– Górgias: de acordo
Descartes: nada distingo na lavagem do pé senão figura, movimento e extensão. O sapo é nada mais que um autômato, um mecanismo. Deve lavar seus pés para promover a autoconservaçã o, como um relógio precisa de corda.
Nicolau Maquiavel: A lavagem do pé deve ser exigida sem rigor excessivo, o que poderia causar ódio ao Príncipe, mas com força tal que traga a este o respeito e o temor dos súditos. Luís da França, ao imperar na Itália, atraído pela ambição dos venezianos, mal agiu ao exigir que os sapos da Lombardia tivessem os pés cortados e os lagos tomados caso não aquiescessem à sua vontade. Como se vê, pagou integralmente o preço de tal crueldade, pois os sapos esquecem mais facilmente um pai assassinado que um pé cortado e uma lagoa confiscada.
Jacques Rousseau: Os sapos nascem livres, mas em toda parte coaxam agrilhoados; são presos, é certo, pela própria ganância dos seus semelhantes, que impedem uns aos outros de lavarem os pés à beira da lagoa. Somente com a alienação de cada qual de seu ramo ou touceira de capim, e mesmo de sua própria pessoa, poder-se-á firmar um contrato justo, no qual a liberdade do estado de natureza é substituída pela liberdade civil.

>Transformer brasileiro

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>Disco da semana – Moving Pictures

>“Moving Pictures” (1981) – Rush


Faixas:
1.”Tom Sawyer”
2.”Red Barchetta”
3.”YYZ”
4.”Limelight”
5.”The Camera Eye”
6.”Witch Hunt”
7.”Vital Signs”
“Moving Pictures” é o oitavo álbum da banda Rush, lançado em 1981. Na época a banda era formada por Geddy Lee (baixo, vocais e teclado), Alex Lifeson (guitarra) e Neil Peart (bateria).
Uma característica marcante do Rush sempre foi a grande qualidade técnica de seus músicos. Exemplares em seus instrumentos, os integrantes da banda conseguem produzir canções de beleza simples ao mesmo tempo em que criam peças de uma incrível complexidade.
O álbum em questão traz sete canções, todas escritas por Peart, com músicas de Lee e Lifeson. Logo de início temos a clássica “Tom Sawyer”, talvez a mais conhecida do disco. No Brasil foi tema da abertura de “Profissão Perigo”, aquele seriado do Maguiver.
Entretanto, para além de “Tom Sawyer”, o álbum traz outras seis canções de grande qualidade. Vale chamar a atenção para “YYZ”, totalmente instrumental, onde se percebe claramente a qualidade dos músicos nas variações que proporcionam ao tema, e “The Camera Eye”, canção de mais de dez minutos mas que em momento algum se mostra cansativa. “Witch Hunt” é outro grande momento do álbum, com, talvez, a melhor letra da obra. Na verdade o álbum não apresenta momento “menor”, seguindo sempre em padrão elevado.
Mesmo para aqueles que não tem muita simpatia pelo progressivo, vale a pena ouvir “Moving Pictures” e perceber o que é um álbum bem executado tecnicamente.

>Nomes inusitados de igrejas

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Escrever posts sobre religião é algo sempre complicado, afinal trata-se da fé de muitas pessoas. Por isso deixo claro desde já que este post não visa criticar qualquer religião ou forma de crença. Apenas apresenta nomes inusitados dados à igrejas em todo o Brasil.
Sempre achei que “Bola de Neve Church” fosse o nome mais diferente que uma igreja poderia ter. Até entrei no site pra tentar descobrir o porquê do nome. E descobri. Está curioso? Entre no site e conheça também a história da igreja, tão diferente quanto o nome.
Dando uma peramblogada pelo site do Sidney Rezende encontrei um interessante texto sobre a criatividade das novas igrejas. Uma parte que me chamou a atenção foi a dos nomes escolhidos. Vejam a lista:
“Igreja Cristo é show”
“Igreja da Serpente de Moisés que Engoliu as Outras”
“Igreja Evangélica Florzinha de Jesus”
“Igreja Pentecostal Barco da Salvação”
“Igreja Evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo”
“Igreja Menina dos Olhos de Deus”
“Igreja Evangélica Batista Barranco Sagrado”
“Igreja E.T.Q.B. (Eu Também Quero A Bênção)”
“Igreja Pentecostal Jesus Vem, Você Fica”
“Igreja Evangélica Ligação Direta com o Paraíso.”
“Igreja Evangélica de Abominação à Vida Torta”
“Igreja Assembléia de Deus do Papagaio Santo que Ora a Bíblia
“Associação Evangélica Fiel até Debaixo d’Água”
“Congregação Anti-Blasfêmias”
“Igreja Bailarinas da Valsa Divina”
“Igreja Congregacional Exigimos a Graça de Deus”
“Igreja Batista Pronto-Socorro das Almas”
“Congregação Cristã dos Fiéis Vencedores Salvos da Macumba”
“Igreja Assembléia de Deus Botas de Fogo Ardentes e Chamuscantes”
“Igreja Evangélica da Bazuca Celestial”
“Cruzada Evangélica do Pastor Waldevino Coelho, a sumidade”
Somam-se a estas outras como:
“Igreja Pentecostal Armadura de Deus”
“Igreja Batista da Pomba Sacrificada”
“Igreja Evangélica do Pastor Paulo Andrade (O Homem que Vive Sem Pecados)”
“Igreja Pentecostal Esconderijo do Altíssimo”
“Igreja Evangélica Assembléia dos Primogênitos”
“Igreja Evangélica Explosão da Fé”
“Ministério Favos de Mel”
“Igreja Pentecostal o Senhor Pelejará por Vós”
“Igreja Batista A Paz do Senhor e Anti-Globo”
“Igreja ‘A’ de Amor”
“Igreja de Deus da Profecia no Brasil e América do Sul”
Se você leitor souber o porquê de algum desses nomes, escreva pra nós e conte!

>Frases antológicas: Kevin Arnold

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Mais um personagem de ficção no frases antológicas. Dessa vez Kevin Arnold, um estudante americano típico freqüentando a escola secundária no final dos anos 60 e início dos anos 70.
Interpretado por Fred Savage, Kevin era o protagonista da série americana Anos incríveis (The Wonder Years) criada por Carol Black e Neal Marlens.
Anos incríveis apresentou as questões sociais e os eventos históricos do final dos anos 60 e início dos anos 70 através dos olhos do protagonista Kevin Arnold, que também vive os assuntos da adolescência, problemas familiares e outros. Enquanto se passam as histórias, os acontecimentos são narrados por um Kevin mais velho e experiente, que descreve o que acontece e conta o que aprendeu de suas experiências.
Frases:
“Aprendi ali que muitas vezes temos que crescer separados, para continuar crescendo junto.”

“Por toda a nossa vida, procuramos por alguém pra amar. Alguém que nos complete. Nós escolhemos companhias e mudamos de companhias, dançamos músicas que falam de corações partidos e de esperança perdidas e por todo o tempo pensando se, em algum lugar, de alguma forma, existe alguém perfeito… que esteja a nossa procura…”

“Acho que meu irmão nunca perdoou uma coisa que eu fiz muito cedo na vida… Nascer.

“Quando se é adolescente, a primeira espinha tem 4 fases: raiva, negação, culpa e depressão.”

“… É fácil assumir uma posição a respeito de alguma coisa quando não há risco nenhum. É fácil dar esmola pra um pobre se você guarda o resto do dinheiro pra você. É fácil tomar posição contra a guerra, desde que ninguém peça que você se sacrifique…”

“Algumas pessoas vêem as coisas como elas são, e perguntam o por que. Eu vejo as coisas como elas poderiam ser, e pergunto: porque não?”

“Algumas pessoas passam por sua vida e você nunca mais pensa nelas. De outras, você se lembra e talvez imagine o q pode ter acontecido com elas. Outra você imagina se pensam no que aconteceu a você. E há aquelas q você não gostaria nunca mais de lembrar, mas se lembra.”

“Infelizmente na adolescência você é o que os outros dizem que você é…”

“Existia uma menina que morava na minha rua. Olhos castanhos, cabelos castanhos… quando ela sorria, eu sorria, quando ela chorava, eu chorava… tudo que acontecia com ela, de alguma forma, tinha a ver comigo.”

“A gente tem q faz escolhas na vida e tentar ser feliz com elas.”

“Quando somos crianças, somos um pouco de cada coisa. Artista, cientista, atleta, erudito. Às vezes parece que crescer é desistir destas coisas, uma a uma. Todos nos arrependemos por coisas das quais desistimos. Algo de que sentimos falta. De que desistimos por sermos muito preguiçosos, ou por não conseguirmos nos sobressair, ou por termos medo.”

>Malas Prontas – Cabedelo

>CidadeCabedelo – PB

DicaPraia Fluvial do Jacaré
Endereço – Acesso pela rodovia BR-230 (João Pessoa-Cabedelo)
O Rio Paraíba, que nasce bem no centro do Estado de mesmo nome, chega ao litoral proporcionando belos espetáculos, e um deles é o encontro com o mar, que acontece em Cabedelo, cidade situada bem próxima a João Pessoa.
Entre suas praia fluviais a que mais chama a atenção é a do Jacaré. Pequenas ilhas como a do Stuart, Restinga, Tiriri e Andorinhas constituem um cenário exótico. Contando com uma densa vegetação, boa parte de mangue, a área está livre da depredação humana, conservando as mais variadas espécies animais.
É uma paisagem inesquecível que vem atraindo turistas de todo o mundo, principalmente os que viajam em embarcações, pois além da beleza, em Jacaré os velejadores e iatistas encontram um ponto de apoio para a manutenção dos barcos. Por tudo isto a praia de Jacaré se tornou, nos últimos anos, parada obrigatória para que visita a Paraíba.
Sem dúvida, o espetáculo mais bonito do Jacaré é proporcionado pelo Sol, que se põe de mansinho, enquanto é saudado pelo Bolero de Ravel, que é executado diariamente nos bares instalados às margens do Rio Paraíba, sendo o mais famoso desses executores o músico Jurandyr do Sax. Os 17 minutos do crepúsculo coincidem exatamente com a duração da bela obra de Maurice Ravel.
A Praia de Jacaré possui ainda diversos bares voltados para o poente, com mirantes adequados que possibilitam as melhores vistas do maravilhoso por do sol.

>Quem foge por último…

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>Disco da semana – Slippery When Wet

>Slippery When Wet” (1986) – Bon Jovi


Faixas:
1. “Let it Rock”
2. “You Give Love a Bad Name”
3.”Livin On a Prayer”
4.”Social Disease”
5.”Wanted Dead or Alive”
6.”Raise Your Hands”
7.”Without Love”
8.”I’d Die For You”
9.”Never Say Goodbye”
10.”Wild in the Streets”
Aproveitando que em breve o Bon Jovi passará pelo Brasil, apresentamos hoje um de seus discos: Slippery When Wet, de 1986. Nessa época a banda era formada por Jon Bon Jovi (vocais), Richie Sambora (guitarra), Alec John Such (baixo), Tico Torres (bateria) e David Bryan (teclado).
O disco representa um grande salto na carreira da banda, trazendo 4 faixas de grande sucesso: “You Give Love a Bad Name”, “Livin On a Prayer”,”Never Say Goodbye” e “Wanted Dead or Alive”, na minha opinião a melhor música que a banda já produziu. Todas se tornaram indispensáveis em qualquer apresentação ao vivo dos caras desde então.
Todas as composições são assinadas por Jon Bon Jovi quase sempre com a companhia de Sambora (exceção da faixa 10). As mesmas seguem uma linha bem definida, dando consistência ao álbum como um todo. Assim, além das faixas mais conhecidas recomenda-se uma audição do restante do trabalho.

>Tirinha de Domingo – Peanuts

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