Arquivo mensal: janeiro 2011

>Músicas da semana – 31/01 a 06/02

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1 – A Whiter Shade of Pale


Artista: Procol Harum
Álbum: Procol Harum
Ano: 1967
2 – Cê tá Pensando Que Eu Sou Loki?


Artista: Arnaldo Baptista
Álbum: Loki?
Ano: 1974
3 – Rockixe


Artista: Raul Seixas
Álbum: Krig-ha, Bandolo!
Ano: 1973



4 – The Thrill is Gone


Artista: BB King
Álbum: Completely Well
Ano: 1969

5 – Louie Louie


Artista: Kingsmen
Álbum: Louie Louie
Ano: 1963
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>Cães famosos – Parte 5 – Laika

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Para finalizar nossa série de posts sobre cães famosos, hoje falaremos de Laika.

Laika ficou internacionalmente famosa como o primeiro ser vivo a ser mandado para o espaço em 1957.

Laika era um vira-lata, provavelmente mestiça com cães semelhantes ao Husky siberiano que vagava pelas ruas de Moscou até ser recolhida por um abrigo de animais de onde foi selecionada para o programa espacial soviético devido a sua docilidade. Foi primeiramente batizada de “Kudryavka”, mas depois passou a ser chamada “Laika”, como ficou conhecida.

Laika morreu algumas horas depois de ser lançada em órbita elo Sputnik 2, por problemas de super-aquecimento, provavelmente causado por um mal funcionamento do sistema de controle térmico. Sua morte foi lamentada por muitos cientistas soviéticos da época, que queriam que Laika fosse tratada como uma heroína nacional pela sua grande colaboração para o desenvolvimento da ciência e tecnologia.

A viagem espacial de Laika provou que era possível pra um ser vivo ir ao espaço e sobreviver tanto ao lançamento como à ausência de gravidade, seu feito foi essencial para todas as viagens espaciais que se seguiram e permitiu que as pesquisas espaciais continuassem até hoje. Os soviético a homenagearam com uma participação no Monumento aos conquistadores do espaço em Moscou, Laika e Lenin são os únicos dois personagens do monumento identificáveis pelo nome. O seu nome também consta na placa comemorativa aos astronautas mortos na “cidade espacial” em Moscou.

>Jogo Justo

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No mundo todo, os videogames representam o maior mercado de entretenimento, superando a indústria da música e do cinema juntos. No Brasil, a alta carga tributária – que chega a 80% – mantém os preços de consoles e jogos extremamente altos para a realidade de boa parte dos consumidores, limitando o crescimento do mercado. Diante deste cenário, produtores, distribuidores e revendedores de produtos de entretenimento se uniram no projeto Jogo Justo para lutar por um mercado de games com menos impostos.

O movimento, idealizado pelo administrador de empresa e colecionador de jogos Moacyr Alves Jr., foi iniciado há dois anos e deu origem à Acigames – Associação Comercial, Industrial e Cultural dos Videogames, que será lançada no dia 29 de janeiro, juntamente com o Dia do Jogo Justo, que prevê a realização de atividades em diversos pontos do país, inclusive no varejo, com a venda de jogos por preços mais “justos”.

O objetivo do Dia do Jogo Justo é chamar a atenção sobre o quanto o mercado de jogos perde por conta dos altos impostos e seu potencial no país. “O Brasil é um grande consumidor ‘informal’ de games. Imagine se pudéssemos colocar todos esses jogadores na formalidade. Com certeza o país se tornaria mais atrativo para as empresas do setor,” diz Alves Jr.

Atrações do Dia do Jogo Justo – Para o dia 29 de janeiro, estão confirmados eventos em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Brasília, com uma programação variada, incluindo palestras, debates e exposições focando todos os aspectos da indústria, comércio e cultura dos videogames. Além disso, as lojas da rede UZ Games e o Walmart Online estarão vendendo jogos por preços equivalentes aos que poderiam ser praticados normalmente com uma carga tributária justa – em torno de 15%, contra os 80% de impostos aplicados hoje.

No Dia do Jogo Justo (sábado, 29) será oficialmente lançada a Acigames, associação criada no final de setembro do ano passado com a finalidade de representar e regulamentar a indústria e comércio dos jogos eletrônicos, e incentivar culturalmente a área dos games no Brasil. O presidente da associação é Moacyr Alves Jr, idealizador do projeto Jogo Justo, e o vice-presidente é Marcos Khalil, empresário e CEO da rede de lojas UZ Games.

“A redução dos impostos pode alavancar as vendas de jogos, a exemplo do que aconteceu com o México, onde o mercado de games cresceu oito vezes depois da diminuição da carga tributária”, afirma Khalil, um dos apoiadores da iniciativa desde o primeiro momento, e que como forma de incentivo à causa exibe o logo da campanha nos jogos vendidos nas lojas UZ Games. Segundo ele, o chamado mercado cinza (distribuição e venda de produtos via canais não autorizados pelo produtor) e a pirataria seriam problemas muito menores caso o Brasil tivesse um mercado forte.

Dia do Jogo Justo terá atrações em várias capitais

O principal evento programado para o dia 29 de janeiro será realizado em São Paulo, na Faculdade Impacta, com a presença de Moacyr Alves Jr., que fará a apresentação do projeto e da Acigames, entre outros representantes. Na agenda, palestras sobre tributos eletrônicos, jogos na educação, Concept Art para jogos digitais, entre outras. A Autodesk trará dois palestrantes internacionais: Warren Currell, diretor de desenvolvimento de vendas do grupo de tecnologia de games e gerente de produto Kinetix da companhia, que é especialista em questões fiscais em video jogos, e Miguel Rodrigues, gerente de vendas para a América Latina da Autodesk Media and Entertainment.

Para saber mais acesse o site do Jogo Justo.

>Cães famosos – Parte 4 – Hachiko

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A história de hoje vem de longe, mais precisamente do Japão.

Hachiko foi um cão da raça akita que viveu entre 10 de novembro de 1923 e 8 de março de 1935.

Ele nasceu na cidade de Otade mas foi levado para Tokyo por seu dono Hidesamurō Ueno, um professor universitário. Todos os dias, hachiko se despidia de seu dono Hidesamurō Ueno pela manhã e o aguardava no final do dia na estação de trem Shibuya quando o professor voltava para casa do trabalho. Em 1925 Hidesamurō Ueno morreu no trabalho devido a um problema cardíaco, mas Hachiko continuou esperar o dono voltar do trabalho todos os dias na estação de trem.

Ele voltou diariamente a estação até a sua morte por filariose em 1935. A lealdade de hachiko à memória de seu dono ficou famosa no Japão quando um dos alunos de Hidesamurō Ueno soube do comportamento de Hachiko e começou a publicar diversos artigos em jornais sobre o assunto. Hachiko 2Hachiko virou um exemplo nacional, pais levavam suas crianças a estação detrempara vê-lo e o usavam como exemplo para ensinar valores de família e respeito pela memória dos mortos, e, inspirados na popularidade de Hachiko, criadores começaram a tentar recuperar os cães da raça akita que estavam se tornando raros no Japão devido amisturas com outros cães ( um senso realizado na época identificou apenas 30 exemplares puros para serem utilizados na recuperação da raça, Hachiko era um deles ).

Em Abril de 1934, um ano antes da morte de Hachiko, uma estátua de bronze foi erguida em sua homenagem na estação de trem Shibuya, onde pode ser visto até hoje.

A história de Hachiko chegou ao cinema em 2009 através do filme “Hachiko: A Dog’s Story” (no Brasil intitulado “Sempre ao Seu Lado”). Estrelado por Richard Gere, o filme é um remake do original japonês, de 1987, “Hachiko monogatari”.

>Frases antológicas: Dante Alighieri

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Dante Alighieri foi um escritor, poeta e político italiano. É considerado o primeiro e maior poeta da língua italiana, definido como il sommo poeta (“o sumo poeta”).

Foi muito mais do que apenas um literato: numa época onde apenas os escritos em latim eram valorizados, redigiu um poema, de viés épico e teológico, La Divina Commedia (A Divina Comédia), que se tornou a base da língua italiana moderna e culmina a afirmação do modo medieval de entender o mundo. Nasceu em Florença, onde viveu a primeira parte da sua vida até ser injustamente exilado. O exílio foi ainda maior do que uma simples separação física de sua terra natal: foi abandonado por seus parentes. Apesar dessa condição, seu amor incondicional e capacidade visionária o transformaram no mais importante pensador de sua época.

Frases:

“A natureza é a arte de Deus.”

“Abandoneis toda a esperança, vós que entrais no inferno.”

“Compreende-se facilmente como o amor feminino dura pouco, se não for conservado aceso pelo olhar e pelo tato do homem amado.”

“Quanto maior é a sede, maior é o prazer em satisfazê-la.”

“A beleza desperta a alma para agir.”

“No inferno os lugares mais quentes são reservados àqueles que escolheram a neutralidade em tempo de crise.”

“Não há maior dor do que a de nos recordarmos dos dias felizes quando estamos na miséria.”

“O dardo que vimos aproximar-se chega mais devagar.”

“A vontade, se não quer, não cede, é como a chama ardente, que se eleva com mais força quanto mais se tenta abafá-la.”

“Tão fiel fui ao glorioso ofício, que perdi o sono e a saúde.”

“A fé é a substância de coisas esperadas e o argumento das que não aparecem; e isso parece-me ser a essência da fé.”

“Louco é quem espera que a nossa razão possa percorrer a infinita via que tem uma substância em três pessoas.”

“A fama que se adquire no mundo não passa de um sopro de vento, que ora vem de uma parte, ora de outra, e assume um nome diferente segundo a direção de onde sopra.”

“O falar é um efeito natural; mas, de um modo ou de outro, a natureza deixa o homem escolher aquele que mais lhe agrada.”

“Contentai-vos em conhecer as obras de Deus; pois, se os homens tivessem podido conhecer todas as coisas, teria sido inútil o parto de Maria; e os vistes desejar, sem resultado, conhecer a causa das coisas, tanto que a insatisfação de seu desejo constitui, eternamente, a sua pena.”

>Cães famosos – Parte 3 – Chips

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O terceiro post da série sobre cães famosos traz a história de Chips, um dos mais famosos cães militares da história.

Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos donos de cães nos Estados Unidos, alistaram seus cães no exército e os doaram para servirem na guerra. Edward J. Wren, morador do estado de Nova York, doou Chips, um mestiço de pastor alemão, collie e husky siberiano que foi enviado a Pensilvânia para ser treinado como cão militar em 1942. Chips serviu com a 3ª divisão de infantaria em missões no Norte da África, Sicília, Itália, França e Alemanha, ele também serviu de sentinela durante a conferência de Roosevelt e Churchill em 1943.

Ainda em 1943, durante a invasão da Sicília, soldados americanos que desembarcaram na praia foram acuados por atiradores que se encontravam protegidos em um abrigo militar. Enquanto os soldados, com Chips preso na coleira, se protegiam dos atiradores, Chips conseguiu se soltar do seu condutor e invadir o abrigo, atacando os quatro atiradores que estavam dentro. Chips foi ferido durante o ataque e ganhou várias queimaduras por pólvora mas conseguiu forçar os quatros atiradores para fora do abrigo, onde foram rendidos e capturados.

Chips foi dispensado do serviço militar em dezembro de 1945 após o final da guerra e voltou para a casa de sua família em Nova York. Ele morreu 7 meses depois em consequência dos ferimentos de guerra.

>Cães famosos – Parte 2 – Greyfriars Bobby

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Dando sequência aos posts sobre cães famosos pelo mundo, hoje falaremos de Greyfriars Bobby.

Greyfriars Bobby era um cão da raça Skye terrier, nascido em 1856 na Escócia. Seu dono se chamava John Gray, um vigia noturno na cidade de Edinburgo.

John Gray morreu de Tuberculose em 15 de fevereiro de 1858 e foi enterrado no cemitério Greyfriars Kirkyard. A partir daí Bobby passou a velar o túmulo de seu dono todas as noites, alguns dizem que ele passou todo o resto de sua vida lá, mas na verdade ele saía do cemitério para comer em restaurantes próximos e retornava depois. O nome de “Greyfriars Bobby” foi dado pela própria população acostumada a ver Bobby no cemitério. Bobby sobreviveu por 14 anos após a morte de John e velou seu túmulo até a sua morte.

Em 1876 a legislação de Edinburgo para controle de animais de rua previa que todos os cães sem dono deveriam ser sacrificados. Para salvar Bobby, Sir William Chambers, renovou pessoalmente a licensa de Bobby e o tornou oficialmente responsabilidade da cidade.

Bobby morreu em 1872, mas, apesar do desejo de muitos moradores locais não pode ser enterrado dentro do cemitério já que a igreja não deu permissão de enterrar um animal em solo sagrado. Ele foi enterrado próximo ao portão do cemitério, não muito distante do túmulo John Gray e a cidade ergueu uma estatua em sua homenagem com os dizeres:

“Greyfriars Bobby – morreu em 14 de Janeiro de 1872 – aos 16 anos – Que a sua lealdade e devoção sejam uma lição para todos nós”

>Cães famosos – Parte 1 – Barry

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Iniciaremos hoje uma série de 5 posts contando a história de 5 cães famosos pelo mundo. O primeiro deles é Barry.
Barry era um cachorro da raça São Bernardo, nascido na Suíça, próximo a fronteira com a Itália em 1800. Barry nasceu no monastério e pousada do grande São Bernardo local onde a raça de cães são bernardo se originou. O nome “Barry” ao contrário do que possa parecer não tem nada a ver com o nome próprio inglês, trata-se de uma derivação do nome suíço “Bär” que significa “urso”. Era comum na época que os monges de São Bernardo treinassem os cães para socorrer as pessoas perdidas na neve sobre os Alpes, mas Barry foi o mais famoso destes cães por ter sido aquele que salvou mais pessoas durante sua vida, Barry salvou a vida de mais de 40 pessoas da neve.

Um dos resgates mais famosos de Barry foi o de uma criança que estava coberta de neve em um local alto onde nenhum dos monges conseguia alcançá-la, mas Barry escalou a saliência rochosa e acordou a criança, que estava inconsciente devido ao frio, lambendo seu rosto. A criança se segurou nos pêlos de Barry e ele a trouxe nas costas até onde os monges pudessem alcançá-la e socorrê-la. A imagem deste resgate se tornou um cartão postal famoso na época de Barry.

Conta-se que quando Napoleão Bonaparte atravessou os Alpes com seu exército, nenhum de seus homens morreu na montanha devido a presença constante dos são bernardos na região. Os soldados de Napoleão levaram a história de Barry e dos são bernardos para o resto do mundo e tornando a raça um símbolo do cão de resgate até os dias de hoje.

Barry morreu em 1814, aos 14 anos de idade, seu corpo foi conservado e encontra-se exposto no museu de história natural de Berna na Suíça. A França também prestou sua homenagem a Barry construindo uma estátua em sua memória na entrada do cemitério de animais de Paris.

>Músicas da semana – 24/01 a 30/01

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1 – Lucky Man


Artista: The Verve
Álbum: Urban Hymns
Ano: 1997
2 – Suíte dos Pescadores


Artista: Nara Leão
Álbum: O Canto Livre de Nara
Ano: 1965
3 – Canción del Mariachi


Artista: Los Lobos e Antônio Banderas
Álbum: Desperado: The Soundtrack
Ano: 1995



4 – Gimme! Gimme! Gimme!


Artista: ABBA
Álbum: Greatest Hits Vol. 2
Ano: 1979

5 – Alive


Artista: Pearl Jam
Álbum: Ten
Ano: 1991

>Abbey Road

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Uma rua de Londres + uma faixa de pedestres + uma banda de talento incontestável = uma das capas de disco mais famosas da história. Esse é Abbey Road, 12º álbum dos Beatles.

A famosa fotografia da capa do álbum foi tirada do lado de fora dos estúdios Abbey Road em 8 de agosto de 1969 por Iain Macmillan a partir de uma idéia de Paul McCartney.

Ao todo foram feitas seis fotos. Paul McCartney foi o responsável pela escolha da foto que iria ilustrar a capa do disco.

Na capa do LP, os Beatles estão atravessando a rua numa faixa de pedestres a poucos metros do Estúdio Abbey Road. A imagem se tornou um ícone e ficou marcada para sempre na memória de muitas pessoas, servindo de inspiração para várias paródias, como é possivel ver neste site.

Essas informações são do conhecimento de muitos, sobretudo fãs do grupo. O que poucos conhecem são as imagens dos bastidores desta foto histórica, como o momento em que os Beatles aguardam na esquina para fazer a travessia.

*Para os detalhistas, percebam que Paul está de chinelos. Ao atravessar para a foto, atravessa descalço.

Uma curiosidade sobre a foto da capa de Abbey Road. Ao fundo, à direita da imagem, aparece um homem de pé na calçada. Este é Paul Cole, um turista dos EUA que só se deu conta que estava sendo fotografado quando viu a capa do álbum meses depois. Entrou pra história dos Beatles sem querer!